O que é a Aura? Uma validação científica

O que é a Aura humana validação científica

Afinal, o que é a “Aura”

Aura = Energia

“Todos os fenómenos que ocorrem no nosso planeta, inclusive nos oceanos, nuvens, florestas e flores que nos rodeiam, surgem na dependência de padrões subtis de energia.” – Dalai Lama

Em primeiro lugar, é importante perceber que o corpo humano e a consciência estão constantemente a emitir energia. A abundância de impulsos elétricos que o seu cérebro emana para as terminações nervosas do seu corpo (e vice versa) criam um campo de energia em torno de todo o seu corpo. Seguindo essa premissa, temos que o mesmo “fenómeno” pode adquirir diferentes denominações, isto é, no mundo metafísico essa energia é conhecida como formadora da Aura, enquanto que no mundo científico, a mesma, é muitas vezes referida como campo energético. São apenas diferentes pontos de vista de uma mesma temática, diferentes abordagens que se complementam e que, cada vez mais, convergem para uma mesma verdade. Uma verdade universal.

Esclarecida a questão inicial podemos, agora, mais facilmente perceber o quanto a ciência e a metafísica se mesclam na explicação e validação da Aura humana.

Considerada como um elemento étereo e imaterial, a Aura humana é o campo energético que envolve o nosso corpo. Um campo de radiação subtil e luminoso que nos rodeia e que se estende para fora da nossa forma física. A Aura está relacionada com o campo eletromagnético do corpo e, por sua vez, com os nossos estados mentais, emocionais, físicos e espirituais.

A aura em torno dos seres humanos é, em parte, composta de EM (Radiações Eletromagnéticas) que vão desde as micro-ondas, luz infravermelha (aparentemente relacionadas com os baixos níveis do funcionamento do nosso corpo – estrutura do DNA, metabolismo, circulação, etc.), até às altas frequências (parte UV) que está mais relacionada com a nossa atividade consciente, como o pensamento, as intenções, o senso de humor e as emoções.

Tudo o que fazemos ou pensamos afecta a nossa Aura e é, justamente, por esse motivo que a nossa Aura está, usualmente, num estado de fluxo, em constante mudança, com base nos nossos meandros mentais e saúde física. Por outro lado, a nossa Aura também é afectada pelas energias do ambiente, os campos de força do planeta e as frequências de rádio que interpenetram todas as formas de matéria com as quais contactamos.

Poder-se-á dizer que a aura é uma assinatura eletrônica de quem somos.

A Aura – dogmas e teorias

A palavra Aura tem origem no grego aura que significa vento suave e gentil.

Desde os tempos antigos, o homem se perguntou a que era devida uma certa luminescência corporal ou emanação luminosa que podia ser observada em alguns personagens de grande relevância espiritual, considerados de origem divina ou iluminados. Este fenómeno pode ser comprovado pelos inúmeros registos históricos que existem espalhados pelo mundo inteiro.

Em Kimberleys, na remota parte Oeste da Austrália, podem encontrar-se pinturas rupestres pré-históricas, representando pessoas com auréolas douradas. Já no antigo Egito, se encontravam certas figuras de deusas e deuses representados com uma espécie de auréola em cima da cabeça, como é o caso dos deuses Ísis e Osiris. Mesmo no México, em um dos templos de Chichen Itza, existe uma gravura famosa de um suposto sacerdote maia rodeado por uma emanação luminosa.

Este fenómeno observou uma certa constância no tempo e no espaço, uma vez que em todas as culturas conhecidas foi notória a sua reverência, através da representação plástica em diferentes gravuras, pinturas e esculturas, nas quais alguns personagens religiosos, como Buda, Maomé, Krisna, Moisés e Jesus, para citar alguns, estão representados por uma Aura de luz brilhante em torno de suas cabeças.

A Aura sempre foi um tema de grande controvérsia, uma vez que nunca se chegou a acordo em relação à sua composição ou origem de procedência, o que levou, ao longo dos anos, à formulação de díspares opiniões e crenças por todo o mundo. O que, no entanto, não parece ser controverso é a aceitação do fenómeno, em si.

De entre as teorias mais impressionantes que têm surgido na comunidade científica, a que, efectivamente, tem despertado o interesse geral das populações e comunidades internacionais é a que é defendida pelo cientista russo Dr. Konstantin Korotkov, professor de física na Universidade técnica de São Petersburgo, na Rússia, que afirma que a nossa energia e consciência têm um impacto directo no ambiente que nos rodeia. Korotkov acrescenta ainda que ambos os seres humanos e os elementos encontrados na natureza possuem os seus próprios campos de energia, os quais podem interagir entre eles (estudo de Princeton que, de seguida, abordaremos).

“Estamos a desenvolver a ideia de que a nossa consciência é parte do mundo material e que com ela podemos directamente influenciar o mundo.” – Dr. Konstantin Korotkov

Nós!? Com a nossa própria energia!? Mudar o mundo!? Parece fantástico!!

Apesar de não ser uma ideia nova, pois os Budistas há muitos anos que acreditam neste princípio, subsiste uma problemática: como é que se pode provar que isto é, realmente, possível?

Para a maior parte de nós, o campo energético da Aura (resultante das emissões energéticas do nosso corpo e consciência) não pode ser visto de forma muito fácil, a olho nu, portanto, o mundo da energia invisível pode ser algo difícil para a nossa mente compreender, sem medições científicas de análise e validação. Talvez por isso, o estudo da influência da consciência na nossa realidade tenha sido praticamente ignorado ao longo de todos estes anos, sem nunca receber o apoio ou legitimação por parte da comunidade científica.

A Aura e a validação científica

Só mais recentemente e graças a significativos avanços tecnológicos, se tem conseguido ajudar a criar uma ponte entre o mundo físico e o mundo invisível das energias, através de novas investigações e equipamentos científicos que têm surgido nesta área das ciências.

Neste âmbito, o Dr. Korotkov desenvolveu uma técnica conhecida como Gas Discharge Visualization (GDV) que consegue visualizar os campos de energia eléctrica e medir a Aura completa, por meio da captura de imagens Kirlian, num computador, ao converter essas energias num modelo visual digitalizado que apresenta uma específica gama de intensidades cromáticas que circundam todo o nosso corpo.

Com este instrumento e graças ao seu processo científico preciso, o estudo sistemático do nível de energia do ser humano passou a ser uma realidade. Esta é uma técnica que permite ver, em tempo real, as reações instantâneas do corpo ao tratamento médico, ao exercício, ao stress, à meditação e, mais importante, possibilita a visualização da energia emocional, mental e espiritual, permitindo observar como a aura de uma pessoa reflecte o seu estado de espírito.

Korotkov e os seus pesquisadores afirmam, ainda, que esta tecnologia pode detectar campos energéticos anormais e pode, assim, facilitar o diagnóstico preventivo de várias doenças e outros desequilíbrios físicos e emocionais nas pessoas. Sem dúvida, uma importante descoberta que abre a porta para uma ampla aplicação da técnica em diferentes áreas, especialmente no campo da medicina e da psicologia.

Apesar de existir, ainda, alguma discussão em torno do real alcance da Bioelectrografia e da sua aplicação no diagnóstico médico, a verdade é que, hoje em dia, a Bioeletrografia já é considerada como um FACTO CIENTÍFICO pela Academia de Ciências da Rússia e por vários outros organismos internacionais, inclusive pela própria UNESCO/ONU, sendo já recomendada como instrumento auxiliar para a prática médica pelo Ministério da Saúde da Rússia.

A descoberta de Korotkov sustenta e dá rigor científico aos conceitos da medicina tradicional do Oriente que nunca foram aceites, principalmente, no Ocidente, contribuído, amplamente, para a síntese entre os conhecimentos empíricos, pertencentes à medicina alternativa, como a existência da Aura, dos chakras e dos meridianos de energia, e os conhecimentos científicos cartesianos e racionais da medicina ortodoxa.

O programa PEAR da Universidade de Princeton

O programa PEAR (Princeton Engineering Anomalies Research) da Universidade de Princeton concentra-se no estudo da interação que ocorre entre a consciência humana e os dispositivos mecânicos e electrónicos que nos rodeiam, bem como no desenvolvimento de modelos teóricos complementares que permitam uma melhor compreensão do papel da consciência humana no estabelecimento da realidade física.

A verdade é que uma das mais renomeadas instituições de pesquisa científica acredita que os princípios defendidos pelo Dr. Korotkov, em relação à influência que a consciência humana tem sobre a nossa realidade física, são suficientemente importantes para investir milhões de dólares num programa dedicado ao seu estudo.

Uma das experiências mais impressionantes desenvolvida pelos cientistas do programa PEAR pode, realmente, acrescentar muito à teoria da influência da consciência humana. Esta experiência teve, como base, a utilização de uma máquina que automaticamente faz girar e cair moedas, analisando o número de vezes que essas moedas caem com a cara ou a coroa viradas para cima. Quando utilizada autonomamente, essa máquina gerava resultados aleatórios, sempre com uma aproximação de 50% de caras e de coroas, resultado este expectável. No entanto, quando os pesquisadores colocaram um ser humano próximo dessa máquina e lhe disseram para se concentrar, intencionalmente, num resultado de cara ou de coroa, o resultado obtido pela máquina alterou-se proporcionalmente para mais caras ou mais coroas, de acordo com a intenção expressa mentalmente pelo ser humano!

Ainda mais interessante foi resultado obtido pela interação de duas pessoas, num relacionamento amoroso, parental ou de amizade que, quando concentrados no mesmo resultado, de cara ou de coroa, uma intensificação dos resultados foi observada, isto é, em todas as experiências realizadas com casais, uma maior percentagem ainda de caras ou de coroas foi observada.

Com este estudo começa, então, a prova científica que, como afirma o Dr. Konstantin Korotkov, a nossa consciência é parte do mundo material e que com ela podemos directamente influenciar o mundo que nos rodeia. E tudo isto proveniente do nosso campo energético, da nossa Aura (corpo e consciência).

Escrito e publicado por: EsotericLink.com

Fotografia: “Aura” by Graham – Licença CC Attribution-NonCommercial-ShareAlike 2.0

Referências bibliograficas:
Discovery DSalud by Fernando Sánchez Quintana
El Aura Humana by Miguel Lugones Botell, Luis Alberto Pichs García y Marlen García Hernández

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